Campo semântico

Da Ontopsicologia

O campo semântico é uma das três descobertas da escola ontopsicológica, sendo definido como:

"A comunicação-base que a vida usa no interior das próprias individuações." [1]

Índice

A descoberta do campo semântico

Para conhecer a história da pesquisa que levou o cientista Antonio Meneghetti à descoberta e descrição do campo semântico, bem como a extensa bibliografia por ele utilizada, é fundamental consultar a monografia Campo Semântico, também disponível em português.

O campo semântico segundo a escola ontopsicológica

Por campo semântico, em Ontopsicologia, entende-se todo o operativo que está sob as zonas de linguagem e sentido da esfera linguística (língua, palavras, gramática, sintaxe, cultura, moral, estereótipos etc.), da esfera cinésica (o mover-se espontâneo e não espontâneo no somatopsíquico) e da proxêmica (o modo das duas significâncias, linguística e cinésica, quem intenciona e especifica). Este operativo sob o cinésico, proxêmico e linguístico, é o húmus radical – ou universo-base – dos reais formais que indicam e especificam posição e ação, a individuação humana.

Campo semântico como transdutor informático

  • O campo semântico é um transdutor de informação.
  • Transduz uma forma ou informação sem deslocamento de energia.
  • A forma ou vetor se transporta de um conteúdo energético a outro.
  • Transmite uma informação, um código, uma imagem que, quando chega, estrutura em emoção qualquer coisa vivente, comportando uma variante emotiva orgânica. Não transfere energia, mas é com a energia.
  • "Transdução informática" significa que o módulo dá a forma da passagem à energia, mas não dá a passagem da energia[2].

Campo semântico como linguagem base da vida

  • O campo semântico é a informação base que acontece antes de todos os sentidos, antes de todas as emoções, antes da consciência, em antecipação a qualquer símbolo[3].
  • Segundo como a natureza o usa, especifica o crescimento do sujeito.
  • É universal porque é específica função da vida; não compreendê-lo significa não ter a inteligência materialística da técnica que a vida usa nas próprias materializações.

Termos da definição

"Campo" é um contexto hipotético, definido por três coordenadas: espaço, tempo e individuação (ou específica unidade de ação). É uma especificação de zona onde se dá uma interação entre duas ou mais pessoas. Este varia ao variar da relação. É um espaço hipotético convencional, que refere vetorialidades dinâmicas segundo centros força resultantes. Tantos são os modos das relações, tantos são os espaços hipotéticos de campo.

"Semântico" Gr. σημα αν κτιζω = signo da ação naquele lugar; o signo enquanto se constitui.

É "significância", isto é, faz signo, especifica ação e se presencia. A energia se move segundo uma direção exata: escopo ao intrínseco objeto. Por semântico, entendemos a virtualidade, a capacidade de pôr em ato efeitos segundo a informação exclusiva do intencionante vetorial, isto é, ato com efeito segundo o primeiro significante. É um impulso que – enquanto se move – cria a forma que, depois, será sofrida como significado pelo receptor.

Campo semântico em sua descrição física

A energia se formaliza nas imagens. A imagem é o símbolo que a energia usa ao interno de si mesma para fazer qualquer variável.

O resultado do campo semântico é quântico, formal e visivo.

  • Quântico porque implica variação de energia.
  • Formal porque não existe energia sem formalização, sem uma forma.
  • Visivo porque se vê.

A imagem do campo semântico ativa-se após todos os tipos de imagens que já conhecemos. Assemelha-se a uma intuição sem emoção, a um projeto a executar.

Campo semântico e conhecimento

A existência de cada um de nós é já organizada em um feixe de informações[4].

O organismo humano está sempre em conhecimento simbiótico ou protoplasmático. Ele é sempre ciente dos eventos e não diferencia entre si e o ambiente[5].

O campo semântico é conhecimento sensório-visceral e é uma informação que se estrutura no corpo como medianicidade de intenção real.

Os campos semânticos são livres formais de quânticos de sentido que constelam ou pré-orientam os comportamentos do Eu.

Estando antes de todo formal, denuncia-se como íntima subjetividade ativa com o máximo de objetividade, isto é, intuição intraduzível para quem está fora da evidência. É o código por meio do qual o real íntimo transmite a própria posição[6].

O campo semântico é o conhecimento do modo de postura do existente. Este se insere continuamente, instante a instante, e em nível consciente é percebido como emoção pessoal: sofre-se a imissão de realidade do outro, mas se gere e se conscientiza esta como própria.

Um campo semântico é imissão de informação a efeito psíquico, emocional, etérico no campo de um outro organismo[7].

O campo semântico é a informação que nós podemos revelar tão logo se determinam duas realidades em proximidade entre si. Tudo isso advém independentemente da nossa vontade ou consciência, porque é a natureza que formula o recíproco conhecimento.

Campo semântico e atividade psíquica

O campo semântico é uma variável da atividade psíquica, é o projeto momentâneo da semovência psíquica. Toda direção de movimento é um campo semântico: um projeto momentâneo da energia em si.

A energia psíquica é força intencionável sobre qualquer modalidade do orgânico emotivo e voluntarístico; tal intencionalidade pode ser consciente ou inconsciente. É o código de sentido de qualquer realidade; é o código de significado de qualquer evento, é estrutura de sentido. Cada um de nós é um campo semântico e se encontra entre multíplices campos semânticos; cada um emana e recebe pulsões, comunicações com mensagens precisas. Nós somos pontos de referência de um contínuo dinâmico.

Campo semântico linguístico e campo semântico ontopsicológico

O campo semântico é qualquer mediação de informação: é um transdutor de informação. O contexto no qual uma informação ocorre é um campo. Determinado um campo (uma gestalt, um conjunto), verificam-se operações, implicantes das formas que se evidenciam segundo o modo no qual a energia se precisa.

Esta mediação de informações é sempre sinérgica: não transfere energia, mas é com a energia. Trata-se de uma distinção mais lógica que natural. Na natureza, energia e forma não são cindidos, mas coexistem, são incindíveis[7]. Racionalmente podemos pensá-los distintos.

C = cinésica, P = proxêmica, L = linguagem, C.S. = campo semântico

Sintetizando as análises desenvolvidas até hoje, sob qualquer parâmetro, a pesquisa cultural pode ser reduzida ao seguinte gráfico: C.P.L. (figura).

Os dois "parêntesis" na figura constituem o momento de interceptação de dois campos, de dois contextos, de dois dialogantes. As pessoas - que são efetivamente dois universos, cada um com própria semântica e própria linguagem - estabelecem uma recíproca interceptação. As flexas indicam tantas vetorialidades que interagirão uma com a outra. Conhecemos os muitos estudos conduzidos em torno ao diálogo e à relação. A Ontopsicologia, além de compreender tudo isso, afirma a existência de uma outra interação que não havia até então sido logicizada e verbalizada, porém que é operativa e é intrínseca ao próprio fato da posição dos dois dialogantes. A partir do momento em que duas pessoas interagem e eventualmente dialogam, posiciona-se uma interação enérgética com seu próprio universo de sentido.

"C" é a comunicação cinésica. A cinésica é o movimento autônomo, específico, individual, solipsístico que o sujeito faz enquanto é presente, que fale ou não, ainda se está parado: toca-se no nariz, cruza as pernas, coça a cabeça etc. É o movimento como fenomenologia do sujeito operante, o seu mover-se, como quer que seja.

Também toda a semiótica médica faz parte da cinésica do sujeito. Com isto, entende-se na escola ontopsicológica dizer que todos os processos psicossomáticos e as variáveis orgânicas do corpo são linguagens que, analizadas segundo um certo metro, implicam a compreensão daquele significante.

"P" é a comunicação proxêmica: a gestão do próprio corpo em "relação a". Isso implica a gestão do espaço, as distâncias, o por-se das mãos etc. Um homem tem movimentos típicos a depender de com quem ele entra em relação: um amigo, uma mulher, a mãe etc. "Proxêmico" é tudo o que é em relação ao próximo: os movimentos são "relativos a".

O corpo fala sempre. Quando não se seja ainda capaz de compreender o campo semântico, caso se consiga ter a exata leitura das linguagens cinésica e proxêmica, tem-se de todo modo íntegra a natureza. Antonio Meneghetti afirma em seu livro Campo Semântico:

"Jamais encontrei deformidade entre dois aspectos da comunicação (cinésica e proxêmica) e o campo semântico: indicam a mesma coisa."

"L" é a linguagem. Compreende todas as problemáticas e as conexões sobre a linguística e os seus códigos (portanto, os modos de intercalação, os adjetivos etc., que uma pessoa usa quando fala; adicionalmente, o código subjacente, seja de quem fala, seja de quem escuta).

Na infinita gama do quanto se analisou e previu nos estudos sobre a linguagem verbal e não verbal, entendidos sob todos os seus aspectos, há a grafologia como linguagem gráfica; há a linguagem artística, com o desenho psicosemântico; do mesmo modo é linguagem uma carta, um quadro, uma palavra, ou seja, qualquer coisa que se manifeste como produção para comunicar.

Enquanto o cinésico e o proxêmico se revelam apenas por projeção, ou seja, não são ainda mandados, mas são operadores ad intra, a linguagem - em todas as suas formas - é um operador ad extra. Naturalmente, tambem os operadores ad intra são ativos.

Todo o discurso da Ontopsicologia sobre o campo semântico abre-se depois dessas três premissas que representam o seu aspecto fenomênico: a linguagem base resta ainda oculta. A este ponto, ocorrem dois gêneros de conhecimentos: o conhecimento físico e a congruidade de consciência com a natureza.

Entra-se no mundo das interações toda vez que se determina um impacto energético-formal. Portanto, acessa-se a tudo o que é específico da física moderna, que permite a compreensão do mover-se da energia, como o conceito de relatividade. Ou ainda, a questão de qual destino sofra uma partícula que é integrada em um outro contexto: é destruída ou absorvida? Sofre simplesmente uma informação diversa. Por exemplo, uma explosão atômica é informação alteradora que se espande em um determinado raio.

Não ocorre uma destruição absoluta; trata-se de transformações que são tais em relação àquele ambiente. De fato, se produzíssemos uma explosão de vários megatons em uma atmosfera diversa da nossa, poderia não se verificar nada. Vice-versa, eventos que neste contexto são para nós naturais, como a neve ou o gelo, em outros contextos poderiam ser cataclismáticos. Todo fenômeno e toda análise é certa no ambiente em que ocorre, não é redutível a contextos diversos.

Para racionalizar o campo semântico, temos necessidade de todo o conhecimento físico-matemático. Isso não significa que devemos aprender a matemática e a física, mas conhecendo um mínimo da sua linguagem podemos compreender como ocorre aquela variação energética, porque conhecemos as interações energéticas que ocorrem entre seres humanos e informações neurônicas.

Para a compreensão do campo semântico é necessária a integridade de natureza, ou seja, uma consciência lógico-histórica capaz de colher as fenomenologias autísticas do sujeito.

"Um cientista no campo das assim chamadas ciências exatas, por meio da teoria ontopsicológica, aprende a auscultar-se. De tal modo, começa a maior mediação a qualquer pesquisa. Com a totalidade do seu organismo, sabendo estas possibilidades, uniforma-se com congruidade de consciência e naturalmente releva aquilo que está buscando, se é possível; de outro modo - se não é possível - vê que aquela não é a estrada justa e segue uma outra, em base àquilo que do real o contacta. Nesse sentido, a Ontopsicologia é indispensável e preliminar a todas as ciências, uma vez que sobretudo o cientista tem necessidade da integridade de natureza, de uma consciência congruente, correspondente à ação da vida."

Portanto, a posse da teoria do campo semântico é um processo que se formaliza por meio de um tirocínio existencial. Para colher o campo semântico é preciso atingir um estado ataráxico, o estado de consciência sem emoções, a ataraxia dos estereótipos: ver o real sem aplicar memórias.

Para a leitura de toda a bibliografia relativa ao campo semântico, recomenda-se a obra Campo Semântico, de Antonio Meneghetti.

Bibliografia

Além de inúmeros cientistas citados diretamente na monografia Campo Semântico, tais como Albert Einstein, Aristóteles, Arquimedes, Berkeley, Bridgman (Nöbel 1946), Euclides, Kurt Gödel, Immanuel Kant, Lobacevskij, La Place, H. G. Gadamer, Poincaré, Parmênides, Ivan Pavlov, Pitágoras, Protágoras, Santo Agostinho, Werner Heisenberg, entre outros, Antonio Meneghetti faz referência às seguintes obras em sua pesquisa para a descoberta do campo semântico conforme entendido pela escola ontopsicológica:

  • Edmund Husserl, A crise das ciências européias e a fenomenologia transcendental, Haag: Martinus Nijhoff, 1976.
  • C. Levi-Strauss, Anthropologie structurale, Paris 1958.
  • H.G. Gadamer, Wahrheit und Methode, Tubingen 1960.
  • T.E. Bearden, Unusual energy and fantastic weapons, 1976/1977 in Energy unlimited; Solution of the foundamental problem of quantum mechanics, Defense Documentation Center, January 3/77; Photon quenching of the paranormal (time), Channel: a brief note, Defence Documentation Center, 10 April 1977.
  • L. Kervran, Biological transmutations, Swan House Publishing Co., Birghamton, N.Y. 1972; Distant intercellular interaction in a system of two tissue cultures, Psychoenergetic System, vol.1, n.3, March 1979, pp.141-142; The many-worlds-interpretation of quantum mechanics, Princeton University Press; L. Kervran, American Journal of Physics, vol.43, n.1 January 1975;
  • P. Tompkins-C. Bird, La vita segreta delle piante, SugarCo: Milão, 1975;
  • S. Freud, Abrégé de Psychanalyse, P.U.F.: Paris, 1950; Metapsychologie, Gallinard, Paris 1952.
  • K.V. Sudakov, Biologhiceskie motivacii, Izdatelstvo Medicine: Moscou, 1971; Le motivazioni biologiche, Giunti Barbera: Firenze, 1976.
  • R.V. Speck-C.L. Attneave, La terapia di rete, Astrolabio: Roma, 1976.
  • B.D. Lewin, Psicanalisi dell’euforia, Guaraldi: Bologna, 1971.
  • S. Freud, ; Psicologia delle masse ed analisi dell’Io, Boringhieri: Torino, 1975.
  • B.F. Skinner, Studi e ricerche, Giunti: Firenze 1976.
  • P.C. Dodwell, Prospettive della psicologia, Boringhieri: Torino, 1976.
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  • J. Pontalis, Dopo Freud, Rizzoli: Milão, 1972.
  • G. Groddeck, Il linguaggio dell’Es, Mondadori: Milão, 1975.
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  • M. Focault, Storia della follia nell’età classica, Rizzoli: Milão, 1976.
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  • M. Focault, Io Pièrre Riviere, avendo sgozzato mia madre, mia sorella e mio fratello..., Einaudi: Torino, 1976.
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  • M. Todeschini, Psicobiofisica, MEB: Torino, 1978.
  • E.W. Russel, Rapporto sulla radionica, MEB: Torino, 1977.
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  • Abrams Ambert, New concepts in diagnosis and treatment, The Philopolis Press: San Francisco, 1916.
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  • I. Illich, Nemesi medica. L’espropriazione della salute, Mondadori: Milão, 1977.

Referências

  1. MENEGHETTI, Antonio. Dicionário de Ontopsicologia. 2 ed. rev. Recanto Maestro: Ontopsicologica Editrice, 2008. ISBN 978-85-88381-41-4
  2. Na realidade, trata-se de uma distinção somente lógica e formal. Não há energia sem uma própria e específica forma (ou imagem).
  3. É conhecimento "base" enquanto precede não somente o sentido lógico-dialético entre diversas pessoas, mas também a capacidade de verbalização ou conscientização no âmbito do Eu do sujeito humano. Na visão ontopsicológica, mesmo a formalização do pensamento, no interior dos processos lógicos e conscientes de um indivíduo, é fenomenologia.
  4. Informação significa "direção ou modo da ação", forma da ação.
  5. O Eu é uma função diferenciada desta fluidez amébica e oceânica. O Eu parte, porém, como coerção sobre alguns modelos que uma sociedade considera essenciais. Deste modo, estrutura-se um código fixador por alguns parâmetros.
  6. Esta informação está em ato também no nosso organismo, na relação entre o coração e o fígado, entre as várias células, entre as glândulas endócrinas, entre os diversos órgãos. O nosso organismo existe até quando se dá a exatidão sincrônica da informação.
  7. Esta descrição deve ser entendida em três sentidos: 1) agressividade por parte do emissor ou informante objetivando utilidade pessoal e em desvantagem para o receptor; 2) disponibilidade afetiva total por parte do informado; 3) emissão de um comando mimetizado como vantagem do direcionado e dom do atraente. A usurpação é coberta com exposição de unicidade de afeto.
  8. MENEGHETTI, Antonio. Campo Semântico. 3 ed. Recanto Maestro: Ontopsicologica Ed, 2005. ISBN 85-88381-26-5
  9. MENEGHETTI, Antonio. Manual de Ontopsicologia. 4 ed. rev. Recanto Maestro: Ontopsicologica Ed, 2010. ISBN 978-85-88381-52-0
  10. MENEGHETTI, Antonio. Imagem alfabeto da energia. 4 ed. rev. Recanto Maestro: Ontopsicologica Ed, 2010. ISBN 978-85-88381-37-7

Ligações externas

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