Críticas à Ontopsicologia

Da Ontopsicologia

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Críticas à Ontopsicologia têm sido feitas, sistematicamente, pelo pseudocientista Renato Zamora Flores. Geneticista polêmico, ligado a movimentos ateus radicais, diz-se cientista, mas em seus quase 40 anos de carreira em Universidades Federais, orientou apenas 1 (um) mestrado. Sua última pesquisa queria provar que jovens da Febem eram agressivos por motivos genéticos, o que causou a indignação da sociedade gaúcha.

No tocante à Ontopsicologia, jamais fez um experimento científico sequer para validar ou invalidar o método ontopsicológico, ou seja, nega-se a usar o método científico, nega-se a basear-se em fatos experimentais e, no entanto, ganha dinheiro com a venda de livros criticando a Ontopsicologia, bem como figurando em artigos jornalísticos de baixíssimo nível, onde chega ao cúmulo de acusar a Ontopsicologia de ser uma "farsa", ou seja, comete literalmente crime de difamação.

O mais intrigante acerca do pseudocientista Renato Zamora Flores é que embora não use o método científico, acusa a Ontopsicologia de ser uma pseudociência e, para piorar, acusa de charlatanismo o cientista Antonio Meneghetti, sem qualquer prova, quando é ele quem engana o público leigo com suas afirmações extraordinárias e difamatórias em veículos não científicos.

Recorda-se que só na Universidade Estatal de São Petersburgo, já foram produzidas mais de 2 mil pesquisas empíricas com aplicação do método ontopsicológico, enquanto Renato Zamora Flores jamais produziu uma só pesquisa na área.

Na América Latina, diversos Doutorados e Mestrados já foram defendidos com pesquisas científicas sobre acerca as descobertas, o método e as aplicações da Ontopsicologia.

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